quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

4.4 - A batalha contra Yoghotamma

Clym percebeu que algo estava errado. Yoghotamma estava com um sorriso diferente. “Será que existe alguma surpresa no fim da festa que eu não saiba Yoghotamma?”, murmurou Clym, pensando alto.
- Quem sabe eu não te mostre antes da festa acabar? – diz Yoghotamma, voando em direção às montanhas do vilarejo.
- E quem sabe eu não estrague a surpresa antes de você me mostrar... – diz Clym - ...Maldito demônio!
Os olhos de Clym brilharam de ódio. Nesse momento, ele aponta a Akkisatsu em direção ao demônio. Abaixa a cabeça e fecha os olhos. Sua boca murmura em voz baixa, palavras, como uma criança em uma prece perante o altar. A espada se ilumina e dela saem pequenas plumas esbranquiçadas que logo preenchem o local em torno dos anjos e do demônio. Clym abre os olhos e as plumas se unem, se transformando em uma cúpula branca que abrigava Clym e Yoghotamma. A boca do garoto pára com as palavras mágicas que recitava. Os olhos se abrem e a cabeça se ergue.
- O que você fez? Humano maldito! – grita Yoghotamma numa voz de raiva que se confundia com a de angústia que latejava em sua mente.
Clym abaixa a espada e caminha em direção ao demônio. Seus olhos focaram a face de Yoghotamma e dela não se perdia. Sua boca começara a se mover novamente, murmurando baixo como anteriormente. Um feixe de luz sai de Akkisatsu, formando uma corda iluminada que prende o demônio pelas asas e o puxa ao chão. Yoghotamma tenta se libertar mas é inútil. O demônio ergue uma de suas mãos e as pedras de dentro da cúpula se transformam em agulhas pontiagudas que começa a atacar Clym. Mas com um mero golpe de da Akkisatsu, as agulhas são feitas em estilhaços facilmente.
- Yoghotamma está fraco. – diz Selenya.
- O poder da Akkisatsu é grande demais para ser suportado. – complementa Zaluth. – Yoghotamma morrerá em breve.
Clym prende Yoghotamma ao chão. Empunha sua espada ao alto e, ainda olhando para a face de Yoghotamma, o humano diz:
- E aqui é o seu fim, demônio.
Uma explosão acontece e a cúpula é destruída. Tudo é arremessado para longe pelo tamanho do impacto e Clym perde de vista Yoghotamma.
- Akkisatsu! Que sua lâmina corte a névoa e traga de volta Yoghotamma! – grita Clym, cortando a névoa negra que se formara após a explosão.
A névoa se dispersa e com ela, a feição de Yoghotamma aparece diante de sua face. Ao seu lado, aparece Wikke. Seus olhos estavam avermelhados e exalavam ódio e ao mesmo tempo, vitória. Wikke havia desaparecido do lado dos seis sem que tivessem percebido para interferir naquela luta. O garoto olha em direção a Clym. Ergue sua mão, e em um único gesto, as grandes pedras que havia atrás de Clym voam em sua direção. Clym corta todas com a Akkisatsu e olha para o garoto.
- Não me olhe assim, Clym. Me deixa sem graça. – diz Wikke, movendo sua mão e fazendo os estilhaços de pedra voltarem e perseguirem Clym.
- Wikke! Você não estava aqui para ajudar-nos? Quem você realmente é? – pergunta Clym, depois de fazer de todas as pedras pó.
- Sou seu pior pesadelo. – diz Wikke numa voz irônica.
Yoghotamma ataca Wikke pelas costas.
- Idiota!!! O que pensa que está fazendo? – grita o jovem com o braço ensangüentado.
- A luta é minha, garoto. – o demônio se aproxima de Wikke e pousa sua mão na testa de Wikke. Uma aura vermelha ilumina os corpos de ambos.
- O que está fazen...? – diz o garoto antes de cair desacordado ao chão.
- Estou pegando emprestado um pouco da sua força. – diz Yoghotamma em um sorriso.
Ele se ergue aos céus e olha para Clym. O demônio ergue sua gigante mão e, direcionando a ele, começa a lançar esferas de uma chama negra. Espantado com a magnitude do poder que agora explodia dentro de Yoghotamma, Clym ia se esquivando dos ataques. Até a Akkisatsu não suportaria tamanho poder.
- Clym, maldito. Uma vez você conseguiu me derrotar... Mas o segundo dia é sempre melhor que o primeiro! – e uma de suas bolas de chama, acerta o braço Clym.
O demônio solta uma risada maligna e olha com maldade para o humano caído ao chão. Repentinamente, uma onda de energia atravessa o espaço vazio que havia entre Yoghotamma e Clym, rasgando a terra.
- Quem foi?? – grita o demônio, procurando pela pessoa responsável pela adaga, quando seus olhos encontram não apenas um, mas muitos seres alados empunhando suas armas.
- Fomos nós, Yoghotamma. – diz Ornoc, ao lado dos outros cinco e um imenso exército de anjos e arcanjos. – Nós falhamos em te destruir antes, mas agora será diferente. Não vamos falhar novamente!
Os arcanjos se posicionam em forma de círculo, em torno do demônio, cercando-o. De repente, os arcanjos começam a se movimentar como o vento dentro do círculo formado, desenhando ao chão um pentágono. Os anjos começam a dizer palavras mágicas, em voz baixa, aumentando a intensidade das palavras a cada minuto. O demônio logo reconhece o ritual e tenta apagar o pentágono desesperadamente. Porém, quando se dera conta, seu corpo já estava sem as energias extras que havia retirado de Wikke.
- Nós, seres celestiais, retiramos de você o poder que tão terrivelmente usou. – dizem todos eles ao mesmo tempo.
Aproveitando-se da situação, Clym se levanta rapidamente e atinge Yoghotamma com a Akissatsu, emanando uma grande explosão. Só se ouve o grito desesperado de um demônio derrotado ecoando por entre as montanhas do vilarejo. Só se via a estranha luz branca clareando todo o ambiente e cegando os olhos dos curiosos. Só se sabia que, dali para frente, tudo acabaria.


FIM
...ou não

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Novidades . . .

POYO WADA



Oi pessoal ,faz tempo que eu não apreço por aqui né ?

bom. . . o post está nas mãos do Zaluth e em breve ele deve estar colocando pra que vocês possam ler, a demora é pelo fato de estarmos tentando pegar a ultima parte que falta da primeira temporada.

ah e tem mais uma coisinha :3


Em breve vocês terão muitas novidades para se divertirem ;D




kisu do Yami

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

4.3 - A luta

Ninguém podia acreditar que Shizei foi derrotada tão facilmente. Depois de alguns segundos de silêncio, Yami perguntou “Como isso pode acontecer? Ele só agitou a espada no ar! Ela é tão poderosa assim?”
Clym se aproximou, dizendo com um sorriso “É, essa espada é bem poderosa, não é? Aliás, ainda não nos conhecemos.” Disse ao e aproximar de Wikke.
- Meu nome é Wikke. Eu estava preso no espelho de Shizei, que é uma subordinada de Yoghotamma. Ela me obrigava a segui-la como se fosse minha mestra. Estava esperando o momento certo para escapar e arrumar um jeito de destruir Yoghotamma, e finalmente essa hora chegou.
- Que bom – disse Clym – porque estamos indo agora mesmo fazer isso.
Os outros não sabiam ainda se podiam confiar nele. Mas Wikke sabia um bocado de coisas que poderia ajudá-los.
Winca disse, antes de todos “Você gostaria de se juntar a nós na derrota de Yoghotamma?”
Wikke parecia não ter acreditado no que acabara de ouvir, seus olhos brilhavam. “Mas é claro! Seria ótimo! Lutar ao lado dos amigos...”
Zaluth, Selenya e Onorc ainda estavam desconfiados. Mas por hora preferiam esperar e ver o que ia acontecer.
Clym disse “Pessoal, tenho uma favor a pedir. Gostaria de lutar sozinho com Yoghotamma. Daquela vez, eu pensei ter conseguido destruí-lo para sempre, mas vi que estava errado. Agora, eu gostaria de conseguir fazer isso sozinho.”
- Ficou maluco? Você tem noção do poder de Yoghotamma? – disse Onorc
- E você tem noção do poder dessa espada? – disse Clym – Eu consegui derrotá-lo sozinho da última vez. Posso fazer de novo dessa.
- Eu confio em você, Clym – disse Slayer – eu sei que você pode vencer. Por favor pessoal, dêem uma chance a ele.
Mesmo contra a vontade, eles assentiram. Ficaram observando por trás das rochas enquanto Clym partia sozinho. Mesmo que ele quisesse lutar só, se algo acontecesse, eles teriam que interferir.
Ao chegar perto da vila, Clym tem uma visão horrível. Pessoas mortas. Todas as pessoas da vila estavam mortas. Despedaçadas, sangue por toda a parte. Yoghotamma estava lá, e ao avistar Clym, nem pôde acreditar que ele estava lá.
- Olá, Yoghotamma. Quanto tempo, não é? Achei que você estava morto, mas pelo visto meu trabalho estava inacabado. Vamos acabar isso hoje. E para sempre. – Clym estava furioso. Por todas aquelas pessoas que tinham morrido lá. Por toda a crueldade de Yoghotamma.
Mas o demônio apenas sorriu. “Quanto tempo, Clym. Achei que Shizei tinha guardado bem a chave, mas ela falhou. Pensa em me derrotar como fez da última vez? Venha!!”
Clym brilhou. E de sua aura, uma explosão de mana pura se expandiu por toda parte, chegando até as montanhas onde os outros estavam escondidos.
- O que é isso? – perguntou Selenya.
- Esse é o verdadeiro poder da Akkisatsu. Um poder absurdo. Diz a lenda que a Akkisatsu pertenceu a uma deusa. Mas não sei se isso é verdade. Nem o Clym sabe. Mas o fato é que essa espada pode derrotar Yoghotamma com um só golpe.
De fato Clym estava realmente com um poder absurdo. Até mesmo Yoghotamma estremeceu só de sentir tamanho poder.
Clym correu na direção de Yoghotamma em uma velocidade maior ainda que a de Shizei, e atingindo Yoghotamma com uma força ainda maior que a de Slayer. Yoghotamma bloqueou o ataque, mas usando todas as forças. Ele sabia que agora estava realmente correndo perigo. Com aquela espada nas mãos, Clym era realmente uma ameaça.
- Clym, seu maldito! Dessa vez será diferente. Dessa vez não vou deixar que você vença. – principalmente porque preparei uma pequena surpresa para o caso de alguma coisa desse tipo acontecer, pensou ele.


Continua...

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

4.2 - A derrota de Shizei

Eles sabiam que não poderiam fugir dela facilmente, mas também não podiam bater em retirada. Tinham que derrotá-la, mas não faziam idéia de como. Bastava ela apontar o espelho para eles e seriam sugados para aquela dimensão novamente. Mas o que não sabiam é que existia um ponto fraco no espelho dela. No momento em que algo era mandado para o espelho, as portas da dimensão eram abertas, para que houvesse uma passagem do mundo exterior para dentro do espelho. Mas se as portas estavam abertas, isso significa que também há a passagem do mundo do espelho para o mundo exterior. E era esse momento que Wikke estava esperando. Shizei tem Winca na mira e se prepara para mandá-la para a morte. Mas no momento exato da abertura do portal, em vez de Winca ser mandada para a outra dimensão, Wikke sai do espelho. Tudo numa fração de segundo. Shizei, sem entender nada diz “Wikke! O que está fazendo aqui fora? Você deve permanecer lá dentro!”
Wikke disse com um sorriso “Perdão Shizei, mas achei que devia vir para ajudar um pouco. Afinal, não se pode subestimar esse tipo, não é? Eu ajudarei você a pegá-los.”
- Não preciso de ajuda, Wikke. Agora volte. – disse Shizei
- Desculpe Shizei. Mas não posso mais esperar. A hora chegou.
Repentinamente, num movimento mais rápido que os olhos, ele se vira e dá um chute no espelho, fazendo-o voar a metros de distância, e antes que ela pudesse reagir ou falar, num chute mais rápido ainda ele lhe acerta outro chute, fazendo com que ela seja lançada na direção oposta.
Dessa vez, ninguém entendeu nada. Por que ele estaria contra sua mestra? Todos observavam sem entender nada. E Shizei, que estava irritada por não ter conseguido capturá-los antes, agora estava furiosa. Muito furiosa. “WIKKE!! O QUE SIGNIFICA ISSO??”
Num sorriso vitorioso, ele disse “Desculpe Shizei, mas você não pode mais ser minha mestra. Digamos que houve uma... mudança de planos.” Então se dirigindo aos outros, disse “O que estão esperando para atacar? Sem o espelho ela fica indefesa!”
Ninguém estava entendendo nada, mas sabiam que não podiam perder tempo. Estavam em dúvida. Mas não podia ser uma cilada. Aquele golpe tinha sido de verdade. Ela estava ferida. Sem hesitar mais, todos partiram na direção de Shizei. Mas ela era rápida. Num piscar de olhos, se esquivou de todos os ataques, correndo desesperadamente na direção de Wikke. Wikke sabia que sem o espelho ela estaria perdida. Mas também sabia que se ela vencese, ele estaria morto. Aquele espelho era muito pesado. Ele mal conseguia erguê-lo. Shizei estava perto. Um Risco de luz passou a milímetros e distância da cabeça de Shizei. Uma flecha de Winca. No momento em que Shizei parou para ver o que tinha passado por ela, Selenya e Zaluth avançavam com suas foices. Mas erraram, sendo logo seguidos por Slayer, Yami e Onorc. Eles também erraram. Afinal, Shizei não era tão indefesa assim. Ela tinha uma velocidade impressionante. Tentavam mantê-la o mais longe possível do espelho, mas ela se aproximava mais e mais. Wikke não tinha força suficiente para carregar o espelho. Apenas Shizei tinha. E ela estava prestes a alcançar o espelho, quando uma espada passou voando por sua cabeça, caindo aos pés de Wikke. Foi Clym que jogou a espada, gritando “Use a espada, rápido!!”
Wikke não pensou duas vezes, afinal, era a vida dele que estava arriscando. Não possuía experiência com espadas, mas não havia outra opção. Só teve tempo de avistar Shizei se aproximando gritando “Você vai pagar, Wikke!!!” antes de brandir a espada. Uma luz fortíssima piscou na lâmina da espada, e Shizei foi cortada ao meio. Caiu morta no chão. O espelho conseqüentemente se quebrou também, pois sem sua dona, ele não poderia existir.


Continua...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

4.1 - Clym Wister

Eles chegaram a uma casa simples de madeira. Slayer bateu à porta, e dela saiu um jovem que aparentava ter uns catorze anos. Yami perguntou “Como ele pode ser tão jovem, se isso que aconteceu deve ter sido há tanto tempo?”
Slayer disse “É porque o tempo aqui passa de uma forma diferente. Ele passa muito mais devagar.”
Clym disse “Então, o que os traz aqui, depois de tanto tempo, Slayer?”
- Estamos aqui porque Yoghotamma voltou. E precisamos de você para destruí-lo.
- Ah, ele conseguiu se libertar então... sabia que uma hora isso aconteceria, afinal, o selo não duraria para sempre. Bom, então, terei q usá-la novamente... queria que esse dia nunca chegasse... – disse ele, num suspiro.
- Exato – disse Slayer.
- Bom, então, temos que ser rápidos. Creio que já tenha contado a eles sobre a minha arma, certo? Eu já vou pegá-la e vamos partir logo.
Os cinco estranharam. Acharam que uma arma como aquela estaria em algum lugar secreto, ou algo do tipo. E não em uma casa como aquela. Ao perguntarem aquilo a Slayer, ele disse “Nesse mundo não há esse tipo de problema. Aqui é um lugar pacífico, então não há a necessidade de ter esse tipo de cuidado. Vamos entrando também.“
Os seis entraram, e viram Clym trazendo uma espada. Mas parecia ser apenas uma espada comum, sem nada de especial. Sabiam muito bem que as aparências enganavam, mas tinham pensado em algo mais... poderoso.
- Essa é a espada que pode destruir Yoghotamma, a Akkisatsu. Mas sem enrolações agora, temos que nos apressar. Peguem a chave e vamos sair logo daqui.
Com a chave em mão, estavam prestes a voltar para seu mundo, os corações batendo forte de ansiedade. Slayer pegou a chave e simplesmente girou-a no ar, como se estivesse abrindo uma fechadura. Uma porta de luz apareceu do nada, muito brilhante. Slayer abriu a porta, e do outro lado os outros viram o mundo de onde vieram. Então era só girar a chave em qualquer lugar que estivesse que a porta seria aberta. Sem mais enrolações eles entraram logo e fecharam a porta, e Slayer deu a chave para que Clym guardasse. Eles estavam nas montanhas de Linzper, de onde podiam avistar a vila. E Yoghotamma também.
Uma força demoníaca é sentida por todos de repente. Uma força que já haviam sentido antes. A força de Shizei.
Todos olharam rapidamente à procura dela, e avistaram entre as rochas uma mulher segurando com seus quatro braços um espelho negro, e apesar de ter em sua face um olhar de ódio, ela disse suavemente “Dessa vez será diferente. Dessa vez não haverá tempo para correr.” Dizendo isso, apontou o espelho para eles, mas mais rapidamente ainda, eles se dispersaram, puxando Clym com eles. Onorc disse a Clym “Se econda, rápido! Não há tempo para explicar! Vá!”. Clym correu depressa para trás da vegetação. Shizei percebeu sua fuga, mas não tinha tempo para perder com ele. Ela queria os cinco seres alados que recebera como pagamento. E também queria Slayer. Com eles espalhados, ficaria muito mais difícil, mas era desse tipo de caçada que ela gostava. “Muito bem... assim será mais divertido matá-los.”


Continua...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

4.0 - Ideias Paralelas

Eles olhavam todos e todos os olhavam sem entender nada. Até que um homem se aproximou deles e perguntou “Quem são vocês? Vocês são... anjos??” vendo que eles possuíam asas.
-Não – Selenya se apressou em dizer. Somos alquimistas. Essas asas são produzidas por técnicas avançadíssimas que nos permitem voar. Como se fôssemos anjos reais.

E
les não podiam dizer que eram anjos e arcanjos. Estavam trabalhando em segredo. Slayer perguntou para o homem “Pode nos dizer que lugar é esse?”

O
homem pareceu confuso com a pergunta, quase não acreditando no que ouvia, dizendo “Como vocês não sabem que lugar é esse? Ora, esse lugar é Hentora.”

- Hentora? – disse Slayer, espantado – Bom, obrigado, senhor, nós temos que ir agora – e puxou os outros com ele, indo para um lugar onde ninguém poderia ouvi-los.

Q
uando estavam longe o bastante, Slayer disse “Bem, creio que tenhamos que nos apresentar primeiro, afinal, estamos juntos nessa agora, não é?”

D
epois de tudo explicado, Slayer, ao perceber que ninguém mais estava entendendo nada daquele lugar, ele disse “Deixem-me explicar. Esse lugar em que nós estamos não é mais o espelho daquela mulher demônio. Agora estamos em um outro mundo chamado Hentora. O Hentora é um mundo onde as forças dominantes são a Magia e a Tecnologia. Se vocês prestarem atenção, vão ver que estamos em um lugar parecido com a era feudal, porém, vejam todas essas construções. A magia desse mundo coexiste pacificamente com a tecnologia, é assim que o Hentora é. Eu estava lá para ajudar vocês porque fui enviado para dar um jeito no Yoghotamma. Sou o Anjo do Norte, e assim como eu, os Anjos do Sul, Leste e Oeste também foram enviados para suas respectivas áreas para patrulhar os demônios daqueles locais. Eu estava guardando a chave do Hentora, mas Yoghotamma conseguiu pegá-la de mim muito tempo atrás, e deve ter dado ela a Shizei. Isso porque ele não queria que ninguém entrasse nesse mundo, porque aqui em Hentora que existe uma pessoa que pode destruí-lo. É isso.”

T
odos estavam atônitos. Então havia mais três demônios iguais a Yoghotamma? E também tinha alguém que poderia dar definitivamente um fim a Yoghotamma?

- E quem é essa pessoa? – perguntou Onorc.

- Essa pessoa é um humano, mas ele possui a habilidade de usar uma arma. Uma arma especial que somente ele pode usar. O nome dele é Clym Wister. E não sei que arma é essa, porque somente ele consegue usá-la.

- E por que não fizeram isso antes? – perguntou Zaluth.

- Porque Yoghotamma e Clym pertencem a mundos diferentes, e só ficamos sabendo da existência da chave quando Clym nos falou dela, mas então já era tarde demais, pois Yoghotamma conseguiu roubá-la. Mas agora que estamos aqui, podemos nos encontrar com Clym e depois voltar ao nosso mundo.





Post da Gabu



kisu da Gabu







editado por :Yami

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Avisos e mais avisos

Olá pessoal que gosta de ler nosso blog!

eu vim aqui [novamente ¬¬] explicar para vocÊs o que ocorreu com nosso blog.
Como podem ver eu consegui arrumar o uiltimo post e deixar ele nos nossos padrões bem bonitinho,porém ao tentar arrumar o outro não ocorreu o mesmo[¬¬²]
eu formatei meu pc hoje pra ver se a situação melhorava agora só resta ver se tudo deu certo



kisu do Yami

sábado, 27 de setembro de 2008

3.5 - Hentora

O que Shizei nem desconfiava era que, enquanto havia deixado Wikke fazer o favor de acabar com os arcanjos, a chave havia parado justamente ao lado de Yami e o libertara. O jovem demônio não havia concluído seu trabalho e os arcanjos possuíam a chave agora. Shizei sabia que havia jogado a chave em um canto de seu espelho, porém, nunca imaginou que havia jogado ao lado de um dos anjos que havia sugado para seu espelho.
W
ikke, na realidade, era um garoto demônio poderoso, que havia se cansado de receber ordens de Shizei e queria acabar com ela e com seus aliados. O jovem demônio sentou-se em uma pedra e fechou os olhos. “Yogohtamma, seu maldito. Deu a ela cinco arcanjos. Esses arcanjos têm mais poder do que vocês imaginam... Yogohtamma... Seu demônio idiota... Por que não sugou a energia desses arcanjos? Por que os deu de bandeja para Shizei juntamente com a chave que pode lhe destruir para sempre? Eles a encontraram, idiota. Agora seu fim está mais próximo do que imagina... Sua era nunca irá surgir... Porém, a minha... Será eterna!”. O garoto deu um breve sorriso e desapareceu.

Y
ami e os outros estavam sem rumo dentro da escuridão. A chave misteriosa estava servindo como uma lanterna para os seis arcanjos. Enquanto os arcanjos vagavam pelo espelho, Wikke conversava com Shizei.

- Mestra, eles foram para a parte superior do espelho. Acabei de vê-los vagando sem rumo.

- Obrigada Wikke. – diz Shizei e sai em disparada para o topo.

Outro pobre demônio ingênuo e idiota.”, pensava Wikke sorridente. Novamente, o jovem desapareceu.

- Yami, onde a gente ta? – pergunta Zaluth.

- Queria saber também... – responde.

R
epentinamente, Wikke aparece na frente deles. Todos os arcanjos ficam em posição de ataque. Não sabiam o que poderia acontecer.

- O que você veio fazer aqui, garoto? Terminar seu serviço? – pergunta Onorc

- Pelo contrário. – responde Wikke. – Vim ajuda-los a sair daqui.

- E o que você ganha com isso? – pergunta Selenya.

- Ganho amigos. – diz Wikke sorridente. Era a primeira vez que eles viram algum tipo de sentimento vindo do jovem demônio que ali estava.

Poderia ser uma cilada, porém, o que tinham a perder?

- Vamos aceitar a sua ajuda. – diz Yami.

- Que bom! – diz o garoto sorridente. Wikke aponta para a chave na mão de Yami. – Então vocês encontraram a chave de Yogohtamma?

- Sim. O que você sabe dela? – diz Slayer.

- Muitas coisas. Querem
usa-la? – pregunta o garoto, ainda sorridente.

- Como? –
pregunta Slayer, curioso.

O
s outros arcanjos não entendiam o motivo de Slayer estar ali e nem do que os dois estavam falando.

- Simple
s. – diz o jovem. – Só fazer isso.
O
jovem demônio faz um gesto e uma grande porta brilha diante dos arcanjos.

- Essa porta sempre se manteve trancada. Acho que a chave a abre.

S
layer pega a chave da mão de Yami, que o segura pelo pulso. Slayer olhou bem nos olhos de Yami e disse: “Confie
em mim.”. Yami
o soltou e Slayer abriu a grande porta. Toda aquela escuridão da dimensão do espelho desapareceu completamente, e foi substituída por um campo movimentado, todos olhando para eles. Eles haviam entrado no Hentora, o mundo que Yoghotamma havia proibido qualquer um de entrar.


Continua...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

ola pessoal eu estou tentando fazer um teste para ver se eu consigo arrumar nosso blog pra poder continuar postando nossas minhas historias





gomene



kisu do 'Yami

sábado, 20 de setembro de 2008

3.4 - Reviravoltas

O chão começa a amolecer e a afundar, como se fosse areia movediça. Eles começam a afundar junto, mesmo usando todas as forças de suas asas, seus esforços são em vão. Eles sentem as mãos de Shizei puxando-os para baixo, para a morte.
Enquanto isso, do lado de fora do espelho, Shizei estava parada no mesmo lugar em que os tragou, sorrindo malignamente. Precisava de concentração para poder controlar tudo perfeitamente. Mas de repente, ela sente algo batendo em seu rosto. Algo com uma força devastadora. Ela é lançada a centenas de metros, e o espelho lhe escapa das mãos, voando para longe dela. Virando-se com fúria, procurando o que pode ter acertado ela, ela vê outro anjo. Um que não estava com os cinco antes. Era Slayer, o Anjo do Norte, que possuía em seus punhos uma força esmagadora. Há algum tempo ele esteve observando a situação, e aguardando o momento exato para atacar. Mas agora, estava exposto ao perigo, pois havia se revelado para Yoghotamma, que já o conhecia muito bem, e agora que tinha seus poderes de volta, não tinha mais o que temer. A essa hora, Shizei já havia recuperado o espelho, e estava pronta para tragá-lo também, em sua sede por vingança, dizia “Te mandarei para junto dos seus outros amigos, assim, vocês morrerão todos de uma vez!!”. Seus olhos brilhavam de ódio.
Antes que ele pudesse correr ou fazer qualquer coisa, assim como os outros, ele também foi tragado. Mas dessa vez, não era um lugar totalmente branco, e sim totalmente escuro. E quando ele abriu os olhos, apenas pôde ver os cinco amigos olhando para ele sem entender nada. Estavam todos em um lugar escuro e totalmente vazio e infinito. Quando o espelho foi lançado das mãos de Shizei, a dimensão também sofreu o mesmo balanço, lançando todos para longe. Agora estavam na área mais profunda do espelho dela. Eles ainda não conheciam Slayer, mas não havia tempo. Shizei estava procurando por eles, pois não podia deixar que alcançassem a chave para o Hentora.








Aviso :

estou repostando o 3.4 por ele ter ficado muito feio e ter apresentado vários problemas



kisu do Yami

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Comunicado

Aviso:

Estamos sem postar por um "simples" motivo . . . . nosso blog está com problemas,tentamos resolver e ainda não solucionamos. Espera que entedam e peço desculpas pela demora dos posts
Você deve estar se pergutnado por que o anuncio saiu e o post não certo ? simple :urucubaca,macumba, magia negra das pessoas que não gostam de nosso trabalho

mais noticias em breve





kisu do Yami :3

terça-feira, 19 de agosto de 2008

3.3 - Luta contra uma deusa

Os arcanjos ficam sem respostas e sem rumo. Yami volta até o ponto que foi perfurado pelo estranho feixe de luz que havia o libertado. Yami se assusta ao que vê. Uma chave dourada, cravejada de brilhantes e emanando uma forte luz.

-- Se ela está dentro do espelho, não é coisa boa. – diz Selenya.

-- Em todo o caso, é melhor leva-la com a gente. – diz Onorc.

-- O poder que ela possui é grande. Parece ser indestrutível pelo que posso ver. Ela não sofreu nenhum arranhão se quer com o impacto no solo. – diz Yami.

-- O que você acha que pode ser? – pergunta Winca.

-- Na verdade, não sei. Mas, em todo o caso, a levaremos com a gente. – diz Yami guardando a chave em seu bolso.

Os cinco caminhavam sem rumo pelo espelho. Todos estavam calados, pensativos. Os cinco arcanjos pensavam na utilidade da chave. O silêncio fora cortado por Winca:

-- Será que existe algum baú enterrado aqui na dimensão do espelho?

-- Eu estava pensando em algo como uma porta – disse Onorc.

-- Ou a chave não abra nada, seja apenas uma armadilha – diz Selenya.

-- A chave tem um brilho especial... – Zaluth pensa alto.

Yami tira a chave do bolso e fica a olha-la por alguns segundos, refletindo. Os outros quatro estavam atrás dele, caminhando e discutindo sobre a misteriosa chave. Yami nem os ouvia. Queria tirar uma conclusão rápida e por si só.

-- E se a chave não servir para nada dentro dessa dimensão? – continuava dizendo Winca.

-- ...E se a chave levasse para dentro de outra dimensão? – diz Yami.

-- Como se fosse a chave de um mundo paralelo? – pergunta Zaluth.

-- Exatamente...! – responde Yami.

Todos olhavam para Yami e para a chave enquanto caminhavam. De repente, Winca para. Os outros param também e olham para ela.

-- Cansada? – pergunta Selenya.

-- Não... – responde Winca pálida, olhando fixamente para sua frente.

Yami logo nota que algo de errado está acontecendo. Os outros quatro arcanjos olham para frente. Uma forte luz ofusca seus olhos. Quando abriram os olhos, estavam em uma dimensão diferente dentro do espelho.

Essa nova dimensão era muito diferente do que a outra. Era tudo branco. Parecia uma planície branca infinita, sem nenhum ruído sequer. Mas o silêncio foi cortado pela voz de Shizei dizendo “Agora que vocês estão presos na minha dimensão, não há escapatória. Para vocês, só há a morte.” Repentinamente, seu rosto apareceu acima deles, gigantesco, como se estivesse no céu. Suas mãos gigantes foram em suas direções, eles rapidamente se dispersaram. Se aquilo tivesse os alcançado, eles estariam mortos, afinal, se aquela era a dimensão que ela mesma fez, que ela mesma controlava, ela era a deusa daquele mundo. E como eles derrotariam uma deusa?


Continua...



Aviso aos Leitores:

Agora quem vai postar aqui é a Gabu ;D
e não mais o Yami . O computador dele está com um virus do mau @_@
Pedimos desculpas a todos pela demora.

Se alguma coisa estiver errada, me desculpem :3


sayounara O//~

quinta-feira, 31 de julho de 2008

3.2 - Wikke

Do lado de fora do espelho, os alquimistas sentiam-se cada vez mais fracos. Já haviam desistido de suas vidas a um bom tempo. Não havia mais nada que poderiam fazer. Os anjos foram sugados pelo espelho e Yogohtamma havia recuperado seu corpo. Perderam todas as suas esperanças de viverem. Porém, o Fatolocista do vilarejo conseguiu fazer secretamente uma magia na qual podia ficar invisível a olho nu. A magia exigia conhecimento, portanto, era mantida sobre sigilo pelos fatolocistas. O Fatolocista tinha medo de ser pego por Yogohtamma, porém, não se deixou abalar por seus pensamentos. Eram apenas suposições.
O Fatolocista conseguiu fugir facilmente. Havia homúnculos por todas as partes, porém, não tinham inteligência e nem percepção apurada. Sua vontade de libertar seu povo lhe deu coragem o suficiente para poder fugir. Ele se refugiou em uma ilha desconhecida no meio do Pacífico, longe o suficiente de Yogohtamma ou de qualquer outra ameaça.
Yogohtamma espalhava seu caos e seu império por todos os cantos do mundo. Alquimistas e mais alquimistas morrem exaustos. Yogohtamma está alcançando seu objetivo: Caos e poder! O demônio não poderia estar mais feliz do que agora.
Dentro do espelho, Yami não conseguia se soltar. Os outros não conseguiam mais pensar por si mesmos. Estavam cegos para a realidade. Confiavam no impostor cegamente. Um pequeno fio de luz perfurou uma das correntes que prendiam o braço de Yami. O anjo da vida conseguiu mover seu braço e quebrar as outras correntes. Seu primeiro ato foi se levantar e gritar o nome de Zaluth o mais alto que pôde. O encanto se quebrou e, o que eram flores, se transformou em pó. Agora, Zaluth, Winca, Onorc e Selenya conseguiam ver a realidade. A verdadeira face do impostor se mostrou.
O garoto demoníaco olhou para Yami e perguntou-lhe:
-- Como conseguiu sair?
-- Juro que também estou curioso para saber.
O garoto sorriu-lhe. Em um simples gesto, as sombras ao redor tomaram vida e atacaram os cinco. As sombras nem ao menos os arranharam. Onorc olhou o garoto nos olhos. Sua face não refletia nenhum sentimento. Era como um boneco sem alma. Mais nada.
-- Garoto, qual seu nome? – perguntou Onorc.
-- Para saber o nome de uma pessoa, precisa apresentar-se primeiro. – responde o garoto.
-- O meu é Onorc, Anjo do Tempo.
-- Wikke. – responde o garoto se virando e indo embora.
-- Sei que esse não é todo o poder que existe nesse espelho. Não quer acabar com a gente? – pergunta Winca.
-- Vocês não gostariam de saber qual o real poder. – diz indo em direção a um rochedo sombrio. – E vocês ainda são muito valiosos para nós. Ainda queremos seus poderes.
-- Como assim? – pergunta Selenya.
-- Na hora certa, vocês saberão. Por enquanto, sejam bem vindos. – diz o garoto antes de desaparecer dentro das sombras.



Continua . . .




Aviso aos leitores:

De agora em diante quem irá fazer as postagens sou eu [Yami :3] e não mais a Naomi.
Se tiverem alguma duvida sugestão ou critica não deizem de comentar,eu estarei lendo tudo e repassando para o Zaluth.

Obrigado a todos que gostam e são fãs :3


'kisu do Yami :3

sexta-feira, 25 de julho de 2008

3.1 - Dimensões e mundos paralelos

Dentro do espelho, Yami acordava, ainda meio tonto com a forte sucção. O anjo olhava em todas as direções, mas não conseguia se mover. Seu corpo não respondia. Sentia se preso de alguma forma. Seu pescoço não girava. Suas mãos não tinham movimentos. Nem se quer conseguia falar. Sua vontade era gritar e chamar Zaluth ou Winca. Apenas seus olhos se moviam. Yami estava deitado em um belo campo florido. A visão era maravilhosa. Mas não conseguia encontrar Zaluth nem Winca. "O que está acontecendo comigo?"- se perguntava. De repente, Yami avistou Onorc andando calmamente. "Onorc! Olhe para cá! Por favor!"- pensava com todas as suas forças.
Onorc não via Yami. Onorc parou de caminhar e parou como se esperasse por alguém. Winca veio ao seu encontro e os dois continuaram a caminhar. "Como dizer a eles que eu estou aqui? Como?". Yami não conseguia pensar em nada. Selenya e Zaluth estavam caminhando ao encontro de Onorc e Winca. Os quatro caminhavam juntos agora. Procuravam por Yami. Não conseguiam vê-lo caído. Yami fechou os olhos e, em seus pensamentos, implorou para que fosse libertado. Implorou para que conseguisse falar ou se mover. Quando abriu os olhos, viu uma pessoa idêntica a ele. Os outros quatro arcanjos caminharam em direção ao impostor. Yami arregalou os olhos. O ser era idêntico a Yami em todos os aspectos. Quem iria desconfiar?
O impostor levou Zaluth e os outros para um lago. A hora em que o impostor saiu de perto de Yami, ele se virou para o arcanjo e olhou-o nos olhos. Sua face se revelou: um jovem garoto no auge dos seus 18 anos, uma face demoníaca cobria o rosto desse jovem. Olhos avermelhados. Por alguma espécie de telepatia, o jovem disse a Yami: "Não te preocupe, eles estão hipnotizados e não conseguiram te ver. Bem-vindo à dimensão do Espelho Negro. Tudo o que procurar está aqui. Menos a paz.". Yami não conseguia acreditar que este era a real dimensão do Espelho. Antes de perder o elo de contato com o impostor, Yami lhe disse: "Por que eles foram hipnotizados e eu não?"
- Simples. Você foi o único que fechou os olhos diante do espelho.
- Essa é a real dimensão do Espelho?
- Você é bem esperto.
O impostor estalou os dedos e toda a ilusão fora desfeita. O campo florido, era, na realidade, um grande campo devastado. Com a ilusão desfeita, Yami se viu acorrentado. Correntes pesadas e cadeados o prendiam no chão. Um lenço tampava sua boca. "Agora que a ilusão foi desfeita, eles conseguirão me ver!"
- A ilusão foi desfeita apenas para você, caro arcanjo. Fique despreocupado que a sua vez chegará. Mas, por enquanto, quem você quer que eu destrua primeiro? Seu irmão ou sua amiga?
Seus olhos se arregalaram. "Ele pode ler pensamentos! Mas... Como?!?"
- Há muito mais da vida e da morte que vocês não sabem.
O impostor mudou sua face novamente, tomando a forma de Yami. Ele se virou e foi em direção do lago. Nem se os quatro arcanjos pisassem em Yami, conseguiriam vê-lo. Estavam totalmente hipnotizados e não havia nada que pudesse fazer. O arcanjo se desesperou. Não havia saída. Não havia fuga. O que fazer?

Continua...



~~~~~~~~~*>EXTRA!<*~~~~~~~~~
Aqui está a ficha de mais um dos nossos personagens.
Zaluth, O Arcanjo da Morte.



Nome: Zaluth
Filiação: Desconhecida
Origem: Netherworld
Idade: Desconhecida
Sexo: Masculino
Profissão: Assassino Profissional
Descrição: Arcanjo da Morte
Poderes: Chama Espiritual, Julgamento, Artes Ocultas
Habilidades: Perícia em vôo, perícia com foice, perícia em artes marciais e artes ocultas.
Codinome: Horizonte Sangrento
Vítimas preferenciais: “Parágrafo único: Qualquer ser, esteja ele abaixo, acima ou sobre a terra, que desobedeça as Leis da Morte, será uma vítima em potencial.”
Ideologia: “Há pessoas que dizem que matar é uma coisa da qual ninguém possui direito. Que não somos ninguém para julgar os outros. Talvez para as outras pessoas, mas não para mim. Eu sou o Arcanjo da Morte. Sou um juiz. Eu julgo quem deve viver e quem deve morrer. Minha existência como servo da Morte é apenas para deixar esse mundo em equilíbrio. Esse... e os outros também.”
Marca de nascença: Não possui


Biografia:
“Nasci no Netherworld, ou submundo, como também é chamado, e sou um servo da Morte. Minha missão é manter o mundo em equilíbrio, e para isso, devo matar qualquer um que desobedeça as Leis da Morte, pois essas Leis fazem parte das Leis Universais que mantêm o universo em ordem. Resumidamente, destruir qualquer um que mate alguém por prazer ou motivo próximo a esse. As almas dessas pessoas são mandadas ao Submundo, de onde nunca mais saem. Luto com uma foice negra e uso as Artes Ocultas que a Morte me deu. Posso parecer indiferente, mas sempre estarei junto dos meus amigos e de qualquer um que precise de mim.”


quarta-feira, 18 de junho de 2008

2.4 - Shizei - A Mulher Demônio

Dentro do vilarejo, Yogohtamma sorria malignamente. A cada homúnculo que era morto, a energia vital dele ia diretamente para Yogohtamma. O plano era esse. Usaria os homúnculos como fonte de energia. Ao tocá-los na testa, estaria colocando uma ligação entre eles.
Como ele estava no corpo de Senlith e era apenas uma pequena parte do original, seus poderes estavam muito reduzidos, e os homúnculos deram a ele a energia necessária para fazer a invocação que desejava.
Ao tocar o chão, um estranho círculo negro repleto de desenhos apareceu, e de dentro dele, surgiu uma mulher. Era uma mulher demoníaca, usando um longo e negro vestido, segurando um espelho totalmente negro, através do vidro da cor da noite não se via mais nada além do desespero. Ela segurava o espelho com seus quatro braços gigantes.
Ao ver Yogohtamma, ela disse "Foi você quem invocou Shizei, aquela que pode realizar qualquer desejo. Mas para tanto, devo receber algo em troca, algo que tenha um valor equivalente ao que você procura. Qual é o seu desejo, e o que tem a me oferecer em troca?"
O demônio sorriu malignamente e respondeu "Desejo meu corpo de volta, meu corpo e meus poderes. E em troca... eu ofereço aqueles seres alados atrás de você. Mas antes disso também tenho algo que quero que faça por mim. Pegue essa chave e esconda-a na parte mais profunda do seu espelho, para que nunca mais alguém ponha as mãos nela. Essa é a chave para o Hentora."
- Entendo... deixe isso comigo. Agora quanto ao pagamento... - Ela se virou e viu os cinco se aproximando, haviam acabado de destruir o último dos homúnculos. Ela sorriu, e quando eles olharam para o espelho sem entender nada, já era tarde demais. Já haviam sido sugados para a dimensão do espelho de Shizei.
Ela se virou para Yogohtamma e disse "O pagamento já foi feito. Agora, eu devo realizar o seu desejo." Disse, desaparecendo em seguida.
Yogohtamma sentiu tudo voltando como era antes, seus poderes, seu corpo, o gosto da vitória e vingança em sua alma. Senlith caiu desacordado no chão.
Yogohtamma se virou para todos e disse "Afinal, a morte de Menfiz foi em vão. Mas o seu sacrifício, alquimistas, não será. Deixarei vocês vivos para que sofram e vejam até quanto o mal pode chegar. Vocês verão o ressurgimento da minha era!!!"

Continua...



~~~~~~~~~*>EXTRA!<*~~~~~~~~~
Como prometido, hoje começa nossos especiais no blog!
Aqui está a ficha dos nossos personagens. Começaremos com Yami, O Anjo da Vida!

Nome: Yami
Filiação: Deus (pai); Mãe desconhecida.
Origem: 7º céu
Idade: Desconhecida
Sexo: Masculino
Profissão: Curandeiro da CIAP [¹]
Descrição: Anjo
Poderes: Curar e regeneração (imortalidade, apenas entrando em coma quando os ferimentos são muitos graves)
Habilidades: Manejar clavas, fazer curativos
Codinome: Trevo de Quatros Folhas
Vitimas Preferências: Baal (demônio que quase lhe matou)
Ideologia: Sacrifique-se por seus amigos e ideais
Marca de nascença: Nenhuma

Biografia:
Excelente curandeiro da CIAP. Teve metade de sua cabeça arrancada por Baal mas não morreu graças a um arcanjo que dôou seu olho e lhe curou.
Praticamente imortal, mas sem força física, Yami prefere ficar na defensiva e prefere se sacrificar a ver um amigo sofrer.
Tem um olho tampado pelo cabelo, possui duas asas e faz parte do grupo que veio a terra matar Yogohtamma junto com Zaluth e seus amigos.
Sempre bricalhão e muito bobo, tenta resolver as coisas pacificamente, o que nem sempre dá certo.

[1] CIAP = centro de intervenção de anjos perdidos (hospital celestial)





Yoo!!! ^^
Gostaram do nosso especial?
Aguarde que aí vem mais! ^^
Qualquer sugestão ou reclamação, escreva pra gente!
aap.adm.support@hotmail.com!
Kissus ^.O~*

Naomi

quinta-feira, 5 de junho de 2008

2.3 - A Nova Ordem da Alquimia

- Impossível. Ele foi destruído. Destruído! Nós vimos! Nós destruímos ele! - dizia Yami, pálido.
- Yami, lembra-se de quando eu lhe contei do meu sonho? Eu citei a você que eu nunca havia sonhado antes? Ou que aquele sonho era mais do que um pesadelo? Era praticamente real? - disse Zaluth, olhando nos olhos de Yami.
- Você me contou. E me disse também que no seu sonho, Yogohtamma havia voltado no corpo de alguém. Desconfiam de alguém?
Zaluth apontou para Senlith que está no chão.
- Mas como? - pergunta Winca para Zaluth.
- Eu não sei...
Zaluth, Winca e Yami ouvem um barulho estranho vindo da floresta e se dispensam por alguns segundos. Na hora em que viram, Senlith não estava mais lá. Sua fuga foi ágil, porém, ninguém sabia mais para onde Senlith poderia ter ido. Os arcanjos voltaram para casa com apenas uma certeza em mente: Yogohtamma havia voltado.
No dia seguinte, receberam a notícia de que todo o povoado havia se mudado para um vilarejo próximo e que tudo corria na mais perfeita ordem. Zaluth, Winca e Yami mal conseguiram dormir diante de todo o ocorrido. Todos os moradores da vila foram bem acolhidos e já estavam bem instalados no vilarejo. Era um vilarejo calmo, onde viviam alquimistas com pouca experiência e pouco conhecimento.
Senlith, ou melhor, Yogohtamma, apareceu na casa do Elder, que era o título que se dava à pessoa mais sábia da vila. Elder ficou surpreso por vê-lo lá tão cedo, ainda mais ele, que nunca lhe pediu nenhuma ajuda ou conselho.
- Senlith, o que faz aqui tão cedo? - perguntou o Elder
- Ora, caro Elder, só vim pedir que avisasse a todos da volta de Yogohtamma. E também me desculpar por ter pegado novamente esse pequeno corpo emprestado. Se resolver não me obedecer terei que dizimar este local também, e vocês dirão adeus à era dos alquimistas. - disse ironicamente, com os olhos brilhando vermelho como sangue.
Elder ainda não conseguia acreditar no que ouvia, estava confuso e apavorado.
- Vou lhe ajudar a acreditar - disse o demônio, envolvendo-o com sua presença sufocante, esmagadora. - Agora vá avisar ao resto desse vilarejo sobre minha chegada, e nem pensem em tentar me enganar, senão, não estarão mais aqui para ver o amanhã.
Elder, apavorado, foi imediatamente contar a todos, reunindo-os no centro do vilarejo. Yogohtamma se aproximou de todos e disse "Como vêem, seus esforços são inúteis para me destruir, então, eu proponho um acordo. Vocês trabalham para mim criando seus tão conhecidos homúnculos, e em troca, não serão esmagados pela minha escuridão."
Ninguém queria falar, mas todos sabiam que não tinha opção. Eles sabiam que ao criar um homúnculo, colocavam nele um pouco de sua energia vital. Sabiam que Yogohtamma queria matá-los lentamente, mas preferiam morrer assim do que pelas mãos dele. Acabaram por aceitar.
Dias e noites criando um exército de homúnculos, tendo as energias vitais sendo sugadas lentamente. Ao final da criação de cada homúnculo, Yogohtamma se aproximava e tocava a testa dele. O motivo disso ninguém sabia, mas com certeza era algo ruim. Enfim, estava pronto. Um exército colossal de homúnculos, prontos para matar. E uma fonte de energia tão grande como essa foi rapidamente percebida, tanto no plano celestial onde Yami e os outros anjos viviam, quanto no submundo, que era a casa de Zaluth.
Os temores dos arcanjos fora confirmado. Yogohtamma havia voltado e com a intenção de se vingar e matar tudo e todos que haviam lhe barrado anteriormente. Eles foram enviados novamente à Terra, mas dessa vez com pequenos reforços: a outra irmã de Zaluth, Selenya, Arcanja da Morte e Onorc, o Anjo do Tempo. Onorc era um anjo especial, pois possuía a habilidade de controlar o tempo como bem entendesse, mas somente por um período.
Chegando ao vilarejo, avistaram de longe um vasto exército de homúnculos. Nenhum deles entendia o motivo daquilo tudo. Quando chegaram perto do vilarejo, logo avistaram o exército de homúnculos, que avançou para eles como uma onda carregada de morte. Lutaram ferozmente, mas os cinco nem tiveram esforços para derrotá-los.
- Esses homúnculos estão vindo do vilarejo. Os alquimistas estão querendo nos matar? - disse Selenya
- Não pode ser, uma quantidade tão grande assim de homúnculos os mataria, pois necessitam da energia vital do criador. É melhor entrar lá e investigar - disse Onorc
A essa altura, já tinham destruído todos os homúnculos, mas ao se aproximarem do vilarejo, mais uma onda imensa apareceu, dessa vez muito mais mortíferos.


Continua...




Cartinha aos leitores:
H
ai, minasama!
Aqui quem fala é a Naomi, a responsável pelo blog aqui. ^^'
Desculpa pela demora dessa postagem!!!
Meu computador foi pra manutenção e blá, blá, blá, blá...
Mas num tô aqui pra me explicar, tô aqui pra falar sobre algumas novidadezinhas que começarão a surgir por aqui.
Primeiramente, estamos transformando nossa fanfic num livro (em *.pdf) e, talvez, (ka-ham, TALVEZ), colocaremos à venda. A outra novidade por aqui... Aaah, é surpresa! Se eu contar estraga tudo! Mas fiquem de olho nos nossos Extras, que eles vão começar a ficar interessantes!

Beijos pra quem lê o blog e é fã O.^~*
Naomi

sábado, 26 de abril de 2008

Teste de Pureza Otaku

Mais uma coisinha que eu encontrei na internet.


E
ste é um teste para ver quão Otaku/Otome você é realmente. Talvez você não queira obter uma nota muita alta nisso...

Marque a opção se você já tiver realizado a ação, passado pela experiência ou pensa da forma como está explicado.

Se você puder trocar "anime" por "manga" e a linha continuar verdadeira, ainda conta. (Leve ajustamento da linha pode ser necessário, como mudar "assistir" para "ler")

PS.1: Fique tranqüilo. O formulário serve para ajudá-lo a contar os pontos e impedir "Ai... perdi a conta". De forma alguma os dados serão gravados ou enviados a alguém.

PS.2: Este "teste" foi feito apenas para divertimento, sem nenhuma base teórica e sem a intenção de ser fiel à realidade e/ou realmente pontuar suas virtudes como Otaku/Otome. É simplesmente um divertimento sem maiores pretenções.

PS.3: Relaxe... Divirta-se...


http://paginas.terra.com.br/lazer/aircastle/Teste.htm


Baseado em Otaku Purity Test version 1.1 por Lord Archive Versão 2.0 e acima (com scripts) por Danilo Eiji Seki.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

2.2 - A volta do Lorde I

Senlith tremia. Levantou-se e abriu a torneira, jogando água no rosto. "Se acalma Senlith. Foi só um sonho. Só um sonho e nada mais." pensava. Enxugou-se e bebeu sua água. O sonho era muito mais do que um simples pesadelo. Era quase real. Enquanto passava pelo corredor para ir ao seu quarto, Senlith passou diante de um espelho pendurado em uma das paredes. Viu de relance, a face assustadora de Yogohtamma. Ele voltou devagar, em passos leves, para se olhar novamente no espelho. O espelho refletiu a face de Senlith. Ele ainda se sentia mal. De repente, uma voz forte e grossa em sua mente dizia:
- Pequeno alquimista, é uma pena para nós dois, mas vou ter que pegar seu corpo emprestado de novo... Fiz bem em deixar em você uma pequena parte de mim antes de possuir aquela maldita arcanja.
E Senlith sentiu o poder esmagador de Yogohtamma envolvendo sua mente e se apoderando dele novamente, e antes que pudesse gritar ou se mover, era tarde demais. Depois de se apoderar completamente do corpo de Senlith, Yogohtamma manifestou o caos e a destruição na vila, como no sonho que Senlith teve enquanto estava desacordado.
Zaluth estava sentado em um pequeno muro, refletindo sobre seu sonho. Quando ele fechou os olhos e se apoiou no muro, um vento gelado bateu em seu rosto. O arcanjo da morte reconheceu o aroma, quase imperceptível, de queimado no ar. Zaluth abriu os olhos e sentiu um arrepio. O vento havia trazido mais do que o cheiro de queimado. Ele havia trazido o aroma de Yogohtamma. Zaluth resolveu que iria descobrir de onde vinha esse cheiro. Abriu suas asas e, quando estava prestes a levantar vôo, sentiu Yami e Winca atrás dele.
- Sentiram o aroma tão bem quanto eu? - perguntou Zaluth se virando aos dois.
- Achou realmente que a gente iria te deixar ir sozinho? - disse Yami.
Zaluth sorriu aos dois e levantou vôo. Yami e Winca o acompanharam, seguindo a direção oposta do vento.
Pela direção que iam, pensaram que havia sido uma queimada acidental na floresta perto da vila de alquimistas. Vasculharam a floresta e acharam muitos moradores refugiados. Do alto, Yami avistou Senlith desacordado, perto de uma grande macieira. Zaluth foi checar a vila. Seus olhos haviam visto a destruição e a fumaça inalava um odor familiar. "Yogohtamma." pensou. Winca estava à procura de alguém que soubesse lhe informar exatamente como a vila havia pegado fogo.
Zaluth examinou os destroços e concluiu que algum tipo de poder havia golpeado as casas e árvores sem dó nem piedade. Yami se aproximou de Zaluth com Senlith nos ombros. O arcanjo da morte sentiu um arrepio e se virou lentamente vendo Yami e Senlith. Zaluth tinha certeza de que havia sentido o grande poder de Yogohtamma. Olhou fixamente para Yami por alguns segundos, tentando ver sua aura. Yami lhe perguntou se estava tudo bem e Zaluth respondeu que sim, se virando novamente para frente. Ele sabia que Yami não poderia ser Yogohtamma. Não teria sentido. De repente, ele parou, olhou novamente Yami e depois apontou para Senlith.
- Yami, coloque ele no chão. - disse Zaluth, ainda apontando para Senlith.
- O que? Pra quê? - perguntou Yami, sem saber o que estava acontecendo.
- Por favor. - pediu.
- Ta bom.
Yami colocou Senlith no chão e se afastou. Zaluth chegou perto de Senlith e levantou uma de suas pálpebras. Seu olho estava normal, porém, seu corpo exalava o forte odor de Yogohtamma. De repente, Winca chega com notícias. Ela descobrira o que havia acontecido e quem havia feito tudo aquilo. Tremendo, ela dizia:
- Por incrível que pareça, todos que me descreveram o que viram, falavam de um poder maior do que os dos alquimistas da vila. Eles me descreveram um poder como o de... O de... - abaixou a cabeça e agarrou um pedaço de sua saia com força -... Um poder como o de Yogohtamma!

Continua...

segunda-feira, 31 de março de 2008

Carta aos leitores (as)

Leitores e leitoras,

Como os mais detalhistas já devem ter percebido, o blog passou por várias mudanças, oferecendo a vocês, muito mais recursos.
Agora, temos um Feed*, Tradutor da página, Caixa de Comentários, Capítulos organizados, Registro do blog e Direitos Autorais.
Além de tudo isso, ainda contamos com a sua opinião nas enquetes, comentários e pelo nosso e-mail (aap.adm.support@hotmail.com).
Participem do blog, expressando sua opinião, dando sugestões, participando da A.A.P. tanto no orkut (links da A.A.P. ao lado) quanto na caixa de comentários e assinando nosso Feed*.
Com o passar do tempo, com certeza iremos nos atualizar cada dia mais para a melhoria do blog, colocando mais e mais recursos e melhorando a qualidade das histórias da A.A.P.

Ajudem-nos a melhorar cada dia mais!

Obrigado

*Feed RSS
é uma tecnologia que possibilita a leitura de páginas da internet (geralmente notícias) que você escolhe para obter informações instantâneas, ou seja, na hora em que elas estão sendo divulgadas ou editadas na rede. Em um blog, o Feed serve principalmente para manter os leitores informados sobre a última atualização do blog. RSS (Really Simple Syndication) é um formato baseado em XML para distribuição e agregação de contéudo Web.

Quer publicar o nosso blog no seu site/blog? Copie o link do banner que está na caixa ao lado! Divulguem nosso blog e nos ajude!
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sexta-feira, 28 de março de 2008

2.1 - Uma Nova Ameaça...

Sentado em uma janela, em um canto isolado de uma sala escura, um arcanjo exausto e abatido relembrava os momentos mais preciosos vividos ao lado de sua irmã. Zaluth, agora, era um renomado arcanjo, conhecido por todos por ser o Arcanjo da Morte mais valente, por ser o Arcanjo da Morte que derrotou Yogohtamma, porém, solitário. Menfiz era sua melhor companhia. Suas emoções se confundiam entre a perda de Menfiz e a derrota de Yogohtamma. Dor e ódio se confundiam com alívio e alegria. Sentado na janela, olhando em direção ao horizonte, o arcanjo conseguia ouvir a comemoração de Yami e dos outros arcanjos na copa da casa. Empunhando sua foice, ouvindo a comemoração, Zaluth percebeu que, dali em diante, muita coisa iria mudar. O arcanjo repousou sua arma e adormeceu.
A porta da sala escura se abriu, levando uma pequena brisa ao encontro do arcanjo solitário. Era Winca, que havia dado falta de Zaluth na comemoração. Ela olhou para o arcanjo e sorriu. Seu coração podia sentir a dor de Zaluth pela perda de Menfiz. Com lágrimas nos olhos, Winca se lembrou dos momentos que Zaluth e Menfiz passaram juntos. Ela olhou novamente o arcanjo e se retirou.
Zaluth nem se dera conta de que Winca esteve por lá. Ele estava sonhando. Sonhava que Yogohtamma havia voltado e que estava à procura de algo ou alguém que conseguisse lhe ajudar a recuperar seu corpo. Zaluth sonhava que Yogohtamma estava incorporado em alguém. Mas quem? Havia uma fumaça que cobria seu rosto e que não o deixava enxergar a quem pertencia o corpo. O arcanjo despertou com Yami ao seu lado, lhe chamando para ir jantar com todos. Zaluth estava certo de que aquele, não era um sonho comum. Ainda mais para uma pessoa como ele, que nunca se quer havia sonhado. De certa forma, ele sabia que Yogohtamma ainda não havia morrido. "Besteira, Yogohtamma morreu. E nunca mais irá voltar." disse Yami. "Será?" respondeu Zaluth enquanto seguia para a copa.
Distante dos arcanjos, a vila de alquimistas estava em festa. Todos comemoravam a derrota de Yogohtamma e ao retorno de Senlith. O jovem alquimista se desculpou com o povoado, dizendo-lhes que foi um grande erro não ter ouvido os conselhos que haviam lhe dado. Todos o perdoaram e organizaram uma grande festa.
Senlith ainda se sentia cansado, depois de tudo o que ocorrera. Pediu desculpas e saiu da festa. Foi para casa, descansar. Enquanto se preparava para dormir, Senlith sentiu algo estranho. Foi à cozinha pegar um copo de água e desmaiou à beira da pia.
Quando acordou, estava na floresta vizinha da vila. Assustado e sem lembrança nenhuma de como havia chegado ali, correu para a vila. Perto da saída da floresta, Senlith sentiu um cheiro forte de queimado e uma fumaça cobrindo parte da floresta. Quando chegou à vila, seus olhos não acreditavam no que via. Diante deles, passava uma cena de caos e destruição. Senlith viu muitos dos seus amigos caídos. Viu os moradores se refugiando para a floresta. Casas em chamas, destruídas. Pessoas tentando sair de suas casas, tentando fugir. "Por quê? Por quê?" pensava Senlith. "Por que tudo isso? Por que tanto sofrimento? Quem é o autor disso?". Em meio aos seus pensamentos e dúvidas, um único nome passou pela sua cabeça. Era, com certeza, a resposta de tudo. Porém, a menos viável. "Não pode ser... Impossível...". Seus olhos se arregalaram e as mãos tremiam. "Yogohtamma... não morreu?!?". Este foi seu último pensamento, antes de acordar à beira da pia.

Continua...

sexta-feira, 14 de março de 2008

1.4 - Final do Capítulo 01

Nem adiantaria fugir. Morreriam ali mesmo. Menfiz ergueu sua foice pronta para matar. Quando ela a lançou, os três fecharam os olhos. De repente, um rasgo de luz no céu, cortando a arma ao meio. Era um serafim. O Serafim da Vingança, Jiggly, que existia apenas para vingar aqueles que foram injustiçados. Um dos mais poderosos seres celestiais, um serafim em pessoa, que apenas descia à Terra em situações extremas. Talvez agora tudo estivesse a salvo. Talvez. Como tirar Yogohtamma de Menfiz? São raros aqueles que têm capacidade de exorcismo, e ele não tinha. Mas tudo bem, ele não estava sozinho. O céu rubro-negro foi cortado por um feixe de luz e um feixe de sombra. Era um verdadeiro exército. Anjos e arcanjos, da luz e das sombras, apareceram do nada.
Uns pequenos sabores da vitória e da vingança penetraram na mente de Jiggly. Arcanjos da luz ergueram suas espadas, que começaram a brilhar, prontos para lançar o mais poderoso exorcismo da história.
Uma luz fortíssima irradiou, e investiu contra Menfiz. Um gemido arrepiante penetrou nos ouvidos de todos. O que todos menos esperavam aconteceu. Não funcionou.
Yogohtamma ainda estava no corpo de Menfiz, caído no chão, muito fraco. Ninguém entendia o motivo de ele ainda estar daquele jeito. Então o que fazer? Um pensamento sombrio passou pelas mentes de todos. Matá-la? Isso estava fora de questão, mas não havia outro jeito. Se fosse selado novamente, poderia se libertar como da última vez, e Menfiz sofreria muito mais. Então estava decidido.

Um olhar de puro ódio e desejo de vingança se apoderaram da face de Zaluth. Chegou perto do demônio e disse: "Dessa vez... o julgamento é meu." E ergueu sua foice, juntamente com Yami, Winca e Jiggly erguendo suas armas. Os outros acompanharam.
Então, todos atacaram ao mesmo tempo. Uma explosão colossal se espalhou, um tremor tomou conta da terra, rasgos de luz e escuridão voaram pelos céus. Ao final, Yogohtamma estava destruído. Para sempre. Menfiz também.
Senlith estava no chão, assistindo tudo apavorado. Quando se aproximaram dele, pediu desculpas por toda a confusão que causou. Yami disse que estava tudo bem. Winca completou: "Não se preocupe, não vai acontecer novamente. Ele se foi.".
Depois de tudo explicado, Senlith voltou à vila, onde todos estavam preocupados. No final, ficou tudo bem. Até aquele instante, estava tudo bem...

Continua...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

1.3 - O combate

Yogohtamma, agora, além de ter seus próprios poderes, possuía também a arte da alquimia. Mas por estar aprisionado no corpo de um humano, seus poderes se tornaram muito reduzidos. Se ele exagerasse, poderia até morrer. Ele precisou fugir e se esconder em algum lugar, para poder encontrar uma maneira de se libertar, agora que estava muito mais vulnerável. Ele conseguiu fugir disfarçado de Senlith e se escondeu nas montanhas.
Enquanto isso, em um plano celestial, anjos e arcanjos foram avisados da libertação do demônio e três deles foram enviados à Terra para derrotá-lo: o Anjo da Vida, Yami, seu irmão, o Arcanjo da Morte, Zaluth, e a Anja da Justiça, Winca. Eles foram disfarçados de humanos alquimistas, e usariam seus poderes da luz e das trevas como se fosse alquimia. Agora só eles poderiam derrotar Yogohtamma.
Logo foram à procura de Senlith, conseguindo encontrá-lo em Linzper, a cadeia de montanhas de mais difícil acesso da região. Ele era muito poderoso, seus poderes se igualavam aos dos três. Yami com sua maça, Zaluth com sua foice e Winca com seu arco, os três atacando com todas as forças, rasgos de luz e sombras disparados a todo minuto por seus poderes. Manobras fantásticas de acrobacia nos ares, esquivas perfeitas. Mas o inimigo era ágil demais. Ninguém vencia.
Essa batalha duraria para sempre se eles não tivessem reforços. Porém, um mínimo deslize. Um raio de luz, e Winca foi ferida. Essa foi a chance. Em um segundo de distração os três foram atingidos, deixando Yogohtamma com a vantagem.
A irmã de Zaluth, a Arcanja da Morte Menfiz, foi ao encontro deles para ajudar, mesmo não sendo convocada. Ela desceu dos céus com um brilho de ódio e determinação nos olhos. Não guardava boas lembranças de Yogohtamma. Na antiga guerra, onde ele foi selado pela primeira vez, ela teve que ficar assistindo à destruição da Terra sem poder fazer nada. Teve que ficar vendo o sorriso sinistro de Yogohtamma olhando para ela e dizendo "O que foi, pequena arcanja? Não pode descer até aqui? Hahahahahaha...". Mas dessa vez seria diferente. Ela ajudaria, os seus superiores querendo ou não, afinal não poderia apenas ficar olhando seus amigos lutarem sozinhos.
Quando Yogohtamma a avistou, logo suas lembranças da antiga guerra despertaram. Em seu sarcasmo maléfico, logo desejou seus poderes, apenas para sentir o ódio de Menfiz novamente. Mas ela é alguém que não se pode subestimar. Era conhecida como uma das mais poderosas arcanjas. Tendo as artes da própria Morte ao seu lado e podendo manipular os espíritos, ela liberou seus poderes de exorcismo. Um raio de escuridão foi lançado. Foi tudo muito rápido. Só se ouviu um grito pavoroso do demônio. Era seu espírito que havia sido retirado do corpo do jovem alquimista.
Mas se Menfiz não podia ser subestimada, Yogohtamma menos ainda. Era a oportunidade perfeita. Foi tudo tão rápido que ninguém conseguiu impedi-lo. Uma vez livre Yogohtamma se atirou em direção a Menfiz, possuindo assim seu corpo e espírito. Ela foi atingida em pleno vôo, sendo lançada para trás. Mesmo sendo poderosa, não foi capaz de se libertar do ataque repentino.
Yami, Zaluth e Winca ficaram confusos, não haviam entendido o motivo de Menfiz estar lá. Só sabiam que algo muito ruim havia acontecido.
Quando ela se levantou, não era mais a mesma. Asas de demônio, olhos vermelhos, garras e uma voz cavernosa assustadora. Ela olhou para os três com um sorriso maligno, deixando à mostra suas presas imensas. Agora eles e o mundo estavam perdidos.

Continua...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

1.2 - Yogohtamma, O Lorde Negro

Oitenta e nove gerações se passaram, o reino dos magos foi extinto agora tudo era alquimagia, (mistura de magia e alquimia) as 2 partes do continente se juntaram para aumentar suas forças.
Senlith era um jovem de 16 anos que não era muito bom em magia, mas se destacava de todos quando o assunto era alquimia, sabia fazer qualquer coisa que lhe pedissem, até assuntos e matérias de outros anos mais avançados eram de seu conhecimento, certo dia os alunos da turma de Senlith foram fazer uma pesquisa de campo perto da praia. Eles tinham que recolher materiais para fazerem remédios e a praia estava cheia de conchas de tagacos (caranguejos azuis cujas conchas tinham o poder de curar a petrificação). Após o trabalho eles foram tomar um banho de mar. Senlith odiava o mar, mas dessa vez resolveu entrar um pouco. Ele começou a nadar em direção ao mar aberto e uma voz lhe começou a soar na cabeça: "Venha a mim e eu te mostrarei o verdadeiro poder da alquimia." Ele pára um segundo e grita "Quem está aí?". Não há resposta.
Voltando para a vila ele faz suas atividades normais, mas a noite chega e ele vai dormir, e a mesma voz o chama novamente. Ele acorda assustado e se levanta, vai falar com seu colega de quarto, mas seu amigo estava em sono profundo, e ele resolve voltar a dormir também. A voz volta a lhe chamar e, dessa vez, responde.
-Quem é você? - pergunta Senlith
-Sou o ser que tem o poder para te tornar o Elder supremo - responde Yoghotamma
-O que eu tenho que fazer para conseguir isso?
-Deixe-me te controlar por alguns instantes...
Senlith acorda numa ilha submersa, mas consegue respirar em baixo da água normalmente. Ele acha estranho tudo aquilo, mas começa a explorar o local.
Ele encontra um templo e entra nele. No meio, cercado de correntes e cheio de bombas químicas em volta, está um pote negro e roxo. Ele vê que não pode se aproximar, mas Yoghotamma fala o contrário, fazendo com que ele se aproximasse aos poucos. De repente o pote estoura e de dentro sai uma nuvem negra que envolve Senlith e ele perde a consciência.
Manhã em Alghet. A falta de Senlith é percebida e todos começam a procurá-lo, mas sem resultados positivos. Vários dias depois um cafugi (ave parecida com águia) traz a notícia - Senlith está na praia dos tagacos e está passando bem.
A notícia é de grande alívio e em pouco tempo Senlith volta para o vilarejo, continuando com suas atividades normais.
Voltando para casa, Senlith vê uma bela mulher, e sem saber por que, ele a ataca com ferocidade. Ela grita por socorro, pessoas vêm tentar tirar Senlith de perto dela, mas são feridas pelos socos descomunalmente fortes.
Senlith desperta repentinamente de seu transe de fúria e pergunta o que está fazendo ali, as pessoas olham com medo para o rosto dele. Ele se sente oprimido pelos olhares e corre para longe. Agora tudo começa a fazer sentido. Ele vê que aquela voz trouxe um lado maléfico para ele, só não se lembra de como isso aconteceu. A voz volta a lhe falar em sonho, lhe dizendo "Todo sucesso tem seu preço, Senlith... Agora, basta esperar pelos resultados...". Senlith é totalmente possuído. Agora o espírito de Yoghotamma estava libertado e muito mais forte que antigamente.

Continua...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

1.1 - O começo...

Antes da formação de nosso atual mundo, no continente de Alghet existiam poderosos alquimistas que garantiam o sucesso da existência humana. Esse continente era dividido em duas partes: Tanmegal, terra da magia e da sabedoria e Senphyr, terra da alquimia e da fartura.
O continente Tanmegal era controlado pelo Fatolocista, homem cuja magia era poderosa e sábia, não fazia nada que pudesse desequilibrar a natureza.
O continente da alquimia era controlado pelo Elder, homem cuja alquimia alcançava a perfeição capaz de curar qualquer doença ou então fazer os mais aromáticos perfumes. Slyphery era o alquimista mais talentoso do continente, todos sabiam de suas habilidades, em todas as vilas e ilhas menores, e também em Tanmegal, e havia rumores que ele deveria ser o novo Elder.
E foi na terra de Alghet que o Lorde Negro, o demônio Yoghotamma, resolveu atacar. Muito astuto, entrou na mente de uma pessoa que vivia numa região remota do continente, havia consumido o espírito dele e tomado seu corpo agora nada mais restava de homem e só o demônio reinava. Yoghotamma seguiu para o centro do continente, ele procurava uma forma de matar o Elder, para assim não haver obstáculos em seu caminho, pois sem nenhum alquimista para selá-lo, ninguém poderia detê-lo.
Uma noite, o Elder estava fazendo fogos para comemorar o solstício de inverno, e como mexia com pólvora, havia muitas explosões e ele nada ouvia. Yoghotamma se aproxima da casa do Elder e entra sem ser percebido, e em alguns instantes o Elder estava morto.
A notícia da morte do Elder chega logo pela manhã e logo se espalha. O terror também vem junto, já que a terra dos alquimistas era pacífica. O fatolocista Bolgtram, muito amigo do Elder queria ajudar a descobrir o verdadeiro assassino, em meio ao caos Yoghotamma se revela, a carne de seu hospedeiro se rasga e pêlos negros e espinho aparecem.
A destruição era horrível, pessoas correm por todo o lado, o sangue tinge o chão e as paredes das casas, o mundo estava ameaçado. Bolgtram convoca os magos de seu reino para a batalha, mas nada disso havia ocorrido antes e eles não tinham nenhuma noção de guerra, magos e alquimistas foram sendo dizimados, e nada podia ser feito, num último ato de desespero Slyphery usa a alquimia suprema de selamento, uma técnica ensinada pelo Elder, que nunca foi usada, já que não havia a necessidade. Yoghotamma vendo isso abre uma fenda no chão, e por ela saem espíritos e demônios sedentos por sangue. Slyphery vê que o selamento tem que ser feito rápido.
Usando tudo o que tem ele consegue selar Yoghotamma em um pote. Slyphery cai sem forças no chão, e o pote a sua frente se movimenta de tanta força negra concentrada nele.
Após se recuperar, os poucos habitantes que restaram criam um local pra colocar o pote. Slyphery pede para ficar sozinho um instante com o pote. Ele o coloca num local muito profundo, na menor ilha do continente dos magos, a ilha Zzota, e depois explode parte da ilha, fazendo-a afundar. A paz reinava novamente e os próximos anos seriam de muito trabalho pra recuperar o que foi destruído.


Continua...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Informação

O blog começará a funcionar em breve.

S
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aap.adm.support@hotmail.com

Obrigado.